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Não me apetece nada de nada.

Nada, nada, nada. Não me apetece sair, não me apetece hipócrisias, não me apetece conversas de ocasião, não me apetece conversas intimas, não me apetece copos, não me apetece jantaradas, não me apetece barulho, não me apetece confusões, não me apetece futilidades, não me apetece desfiles de vaidades, não me apetece top's de desgraças, não me apetece justificar nada. Nada de nada! Só me apetece estar sózinha, com os meus pensamentos, e ás vezes nem a eles os quero. PAZ.

A vida é uma aventura constante! Ufffa!!

È sem dúvida nos momentos mais difíceis que valorizamos o pequeno gesto, a pequena palavra, o pequeno sorriso e a lágrima envergonhada. Hoje, apesar de ser um dia difícil, também foi um dia de descobertas inesperadas. Talvez por isso eu não me sinta tão triste ou vazia como seria de esperar. Sinto uma trsiteza conformada e uma esperança irrequita... prontinha para novos caminhos!
Já estava a precisar de parar por aqui um pouco. Engraçado... já há tanto tempo não venho aqui, que sinto uma distância enorme entre o meu pensamento e os dedos que percorrem o teclado... tenho os dedos envergonhados! De facto, a cumplicidade vai-se conquistando aos poucos e pode perder-se num abrir e fechar de olhos. Tem a sua piada. A minha mente perdeu a intimidade com os meus dedos, e os meus dedos têm vergonha de teclar o que me vai na mente. Bem... Esqueçam! Apeteceu-me divagar... :)

saudade... paciência...

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Há dias em que o coração parece querer correr mais que os pés, e corre... Dias, em que me sinto tão acelerada quanto estática... A minha mente viaja a uma velocidade alucinante, os meus gestos são lentos, o olhar fica parado num qualquer objecto... E ás vezes sabe tão bem, momentos em que gostava de siplesmente não pensar em nada, para não sentir o que sinto, esta angùstia... esta vontade de querer partir já. Mas, a razão puxa-me os cabelos e amarra-me os pés... tenho de ficar. já falta pouco... Rosa do vale do rio

Estou viva!!

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Sim. Ainda estou viva! Bem viva! Também já estava com saudades de vir até aqui :) E tenho de me esforçar um bocadinho mais para voltar mais vezes, é verdade! A vidinha mudou um bocadinho, mas, faz-me falta escapulir-me aqui de vez em quando... Mas... Estou viva! O coração bate direitinho, ás vezes um bocadinho acelerado, mas, saudavelmente acelerado... hihi Estou provavelmente mais viva que nunca! E estou a adorar! :)

Enviado por uma amiga...

Achei fantástico, decidi partilhar aqui no meu blogue. Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta. Precisa-se de matéria-prima para construir um País Eduardo Prado Coelho - in Público A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos...

Contração

Uma calma estúpida apoderou-se deste precipitar de palavras que me empurra os dedos. Tropeçam como tolos, nas letras soltas, construindo palavras que teimo em apagar, mas que nunca se apagam, ardem lentamente no pensamento, diminuem-se... Ainda assim, difíceis de esconder entre estas frases. Rosa do Vale do Rio